Tati Quebra Barraco é um poço de autenticidade dentro e fora dos palcos, e quem acompanha a funkeira sabe muito bem disso. No entanto, entre um show e outro, a artista segue uma rotina que fica bem longe dos holofotes e não dispensa os cuidados com a pele.
Em um vídeo gravado com exclusividade para o Purepeople nos bastidores de sua nova campanha para a Cerave Brasil, Tati Quebra Barraco abriu detalhes sobre seus hábitos de beleza, contou o que nunca deixa de fazer antes de dormir e ainda relembrou um curioso truque que aprendeu na infância.
Seja cantando clássicos como 'Boladona' nos palcos ou dando seu melhor em eventos, Tati Quebra Barraco exala poder. Hoje aos 46 anos, a cantora acredita na importância de cuidar da pele diariamente e afirmou que se sentir bem consigo mesma é mais importante do que estar maquiada.
"Olha, gente, eu me sinto poderosa de cara limpa, eu me sinto poderosa maquiada, o importante é eu estar hidratada, estar bem comigo mesma, e a gente mandar ver, porque o que importa é a gente estar bem com a gente mesmo", conta.
Depois de horas em cima do palco, Tati contou que, mesmo chegando em casa cansada, não abre mão de alguns cuidados básicos para manter a pele saudável.
"Pós show é incrível, porque a gente não chega muito bem. A gente chega cansado, mas a gente não pode deixar de fazer o certo, né? Tomar aquele bom banho, lavar nosso rosto, tirar nossa maquiagem, porque a gente não pode deixar nada [no rosto] pra gente depois estar bem também"
Na sequência, ela revelou qual produto costuma usar para finalizar a rotina de cuidados: "Então assim, passar aquele Water Gel da CeraVe que é incrível e que deixa a pele geladinha. Só conferindo pra ver, é incrível".
Enquanto muita gente prefere uma rotina rápida de cuidados com a pele, Tati contou que gosta justamente do contrário: "Eu acho que tem que ser um pancadão cheio de etapas, né? Porque a nossa vida é isso, então, eu faria um pancadão pra sacudir tudo".
Além da rotina atual, Tati também voltou no tempo para lembrar dos recursos que usava antes da popularização das chapinhas modernas: "Na minha infância, a gente passava pente quente e usava como chapinha. Então, saía com a testa queimada? Saía. Com a orelha também? Saía, mas era incrível sempre!", se divertiu.
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